Coincidências a parte, mas me assusta como ter uma flamenguista torcendo pro Vasco ganhar tem dado certo: dois jogos fora de casa, dois jogos assistindo pela TV na sala, dois jogos com uma torcida nada usual = duas vitórias do Clube de Regatas Vasco da Gama. No intervalo desses um jogo em casa que aprecia fácil e se complicou bastante. Por pouco não saímos com uma derrota. E vejam que surpresa, a torcida em questão não me apoiou! Pouco antes de começar desejou até que perdesse por pura pirraça! Eita sô! Hehe ; )
Superstições a parte, nosso gigante da colina tem se mostrado um adversário surpreendente. Não dá pra saber o que se esperar de seus atletas de forma individual, muito menos como equipe. A cada jogo mostra um comportamento diferenciado, totalmente irregular.
Lembro-me de jogos como contra o Figueirense e o cruzeiro em casa, em que dominamos a partida e saímos com péssimos resultados. Assim foi contra o Bahia. De similar somente uma coisa: os três chegaram em São Januário com a tática do contra a taque. A diferença é que como o Cruzeiro é um time superior aos outros dois, saiu com a vitória, enquanto Figueirense e Bahia ficaram somente no empate.
A esperança é que como Santos é um time bom, mas que está em baixo na tabela, eles venham para jogar a Berto, buscando o resultado. Esperanças de que sem Márcio Careca – e sem um substituto na posição – o técnico Ricardo Gomes deixe nosso meio de campo mais protegido. Se a bola não chegar a Neymar, nada de dribles e gols fenomenais, correto?
Mas falando de São Paulo e Vasco, confesso-lhes que tinha perdido a confiança de antes de quinta-feira. Aquele empate em casa me deixou cabreiro. O primeiro tempo de jogo também não era nada animador: Juninho jogando mal, Julinho totalmente lerdo e perdido, Éder Luiz meio apagado. Enfim, tava com cara de zero a zero, pois Dedé estava um mostro! No duelo contra o outro selecionável, o espetacular Lucas, nosso Mito foi o melhor!
A volta do intervalo mostrou um Vasco mais arrumado. Felipe que não vinha bem das outras partidas se mostrou bem disposto. O Vasco continuava a pressionar a saída de bola dos bambis. O gol de Éder Luiz confirma tudo isso. Roubada de bola do melhor zagueiro do Brasil, passe preciso de Diego Souza, gol em velocidade e com uma pontaria que relembra a fase de artilheiro que nossa camisa 7 viveu ano passado.
Pronto, um a zero no placar. Pensei “Vasco vai recuar”. Nada disso. Mesma postura. É claro que estávamos mais defensivos que o São Paulo. Mas até ai tudo bem. O gol do Felipe veio só pra sacramentar a vitória e espantar a ameaça de um gol de empate aos 48 minutos.
Vasco quebrou um tabu de não ganhar do São Paulo dês de 2005 – e de não vencer no Morumbi era ainda maior – e continua na disputa pelo título. Como disse meu irmão, tabu é que nem virgindade, foram feitos para serem rompidos! Hehehe
Rumo a Tóquio,
Diário de bordo dum vascaíno louco, muito louco pelo seu time! Como a vida é uma só, nem só de futebol viverá o blog, mas as postagens estarão sempre relacionadas a alguma coisa do CRVG.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
28/07/2011 – Vasco da Gama x Bahia – São Januário, Brasileiro, 12ª Rodada.
A verdade é que não sei o que escrever. Era o primeiro jogo do Dedé pós-convocação e ele não decepcionou, jogou muito bem e foi fundamental pela não ampliação do placar pelo Bahia. Não falhou no Gol, que na verde foi um mole inexplicável.
Seria a quarta vitória seguida e o esperado era São Januário cheio, ainda mais com o preço reduzido para R$ 20,00 a inteira. Se não fosse a confusão na entrada do estádio, os quase 19 mil torcedores (segundo dados oficiais, questionáveis diga-se de passagem) teriam visto esta cena ridícula. O importante é que todos, com exceção dos torcedores esquisitos que abandonaram o estádio antes do fim, viram o empate.
Por falar no gol de empate com assistência de Juninho, os fatos depõem em meu favor quanto à minha implicância com Márcio Careca: foi só ele ser expulso que o Vasco conseguiu fazer o gol que a muito merecia.
Futebol não tem nada de justo. O time da casa jogou muito mais, esteve muito melhor o tempo todo. Teve várias finalizações e nada de gol. Tudo bem que me irrita essa insistência em se tentar entrar na área livre, só para empurrar pra rede. Sinto falta dum Edmundo, Romário, Neymar, que parte pra cima do marcador e arrisca o chute.
Tivemos a ilustre presença de dois torcedores da “Barra brava” da La U, sendo que a menina até se fardou de Vasco!
Mas, falar o que? Não sou técnico de futebol, tão pouco dirigente ou candidato a tais cargos. E com tantos blogs e paginas de jornais falando de futebol, o leitor não precisaria do meu humilde e amador blog para concluir que os laterais do Vasco são deficientes, que nosso ataque é poço confiável e que nosso meio de campo com Felipe – Juninho – Diego Souza ainda é muito exposto na marcação...
Poderia falar do jantar no Joélcio, que é muito mais barato – sem deixar de ser gostoso – que meu almoço no Tio Cotó, próximo a UFF.
Ou será que seria melhor uma postagem sobre os materiais novos da Guerreiros do Almirante e sua festa de 5 anos na Unidos da Tijuca, dia 04/09?
Com certeza ninguém quer saber que eu entreguei meu “copião” da dissertação de mestrado à secretaria da PPGH e que, muito provavelmente, conseguirei um adiamento de 3 meses na minha defesa...
Bom, a falta do que escrever deve ser fruto desse filem repetitivo que tem sido o CRVG no campeonato brasileiro: completa inconstância, perdendo pontos bobos, inclusive dentro de casa!
Bom, ainda com fé no título,
Beijundas!
Seria a quarta vitória seguida e o esperado era São Januário cheio, ainda mais com o preço reduzido para R$ 20,00 a inteira. Se não fosse a confusão na entrada do estádio, os quase 19 mil torcedores (segundo dados oficiais, questionáveis diga-se de passagem) teriam visto esta cena ridícula. O importante é que todos, com exceção dos torcedores esquisitos que abandonaram o estádio antes do fim, viram o empate.
Por falar no gol de empate com assistência de Juninho, os fatos depõem em meu favor quanto à minha implicância com Márcio Careca: foi só ele ser expulso que o Vasco conseguiu fazer o gol que a muito merecia.
Futebol não tem nada de justo. O time da casa jogou muito mais, esteve muito melhor o tempo todo. Teve várias finalizações e nada de gol. Tudo bem que me irrita essa insistência em se tentar entrar na área livre, só para empurrar pra rede. Sinto falta dum Edmundo, Romário, Neymar, que parte pra cima do marcador e arrisca o chute.
Tivemos a ilustre presença de dois torcedores da “Barra brava” da La U, sendo que a menina até se fardou de Vasco!
Mas, falar o que? Não sou técnico de futebol, tão pouco dirigente ou candidato a tais cargos. E com tantos blogs e paginas de jornais falando de futebol, o leitor não precisaria do meu humilde e amador blog para concluir que os laterais do Vasco são deficientes, que nosso ataque é poço confiável e que nosso meio de campo com Felipe – Juninho – Diego Souza ainda é muito exposto na marcação...
Poderia falar do jantar no Joélcio, que é muito mais barato – sem deixar de ser gostoso – que meu almoço no Tio Cotó, próximo a UFF.
Ou será que seria melhor uma postagem sobre os materiais novos da Guerreiros do Almirante e sua festa de 5 anos na Unidos da Tijuca, dia 04/09?
Com certeza ninguém quer saber que eu entreguei meu “copião” da dissertação de mestrado à secretaria da PPGH e que, muito provavelmente, conseguirei um adiamento de 3 meses na minha defesa...
Bom, a falta do que escrever deve ser fruto desse filem repetitivo que tem sido o CRVG no campeonato brasileiro: completa inconstância, perdendo pontos bobos, inclusive dentro de casa!
Bom, ainda com fé no título,
Beijundas!
terça-feira, 26 de julho de 2011
24/07/2011 – Atlético-MG x Vasco da Gama – Ipatingão, Brasileiro, 11ª Rodada.
É maravilhoso fazer um flamenguista torcer pelo Vasco! Este domingo fui premiado com esse fato raro. A paixão é mesmo cega. Não só assistiu a todo o jogo, como me trouxe presente do Vasco, chegou na minha casa na hora em que Diego Souza cabeceou magistralmente abrindo o placar e ainda torceu na hora do segundo pênalti! Hehe ; )
Em campo, uma escalação que não havia entendido: Julinho e Márcio Careca escalados como titulares. Todos que lêem este blogg – ou seja, ninguém – sabem que não gosto nem um pouco do camisa 32. Ele é fraco na marcação e na armação. Porque relacioná-lo? Ainda mais num jogo que voltávamos a ter dois volantes na marcação! O Julinho poderia muito bem ser relacionado na lateral, posição para a qual foi contratado. Mas enfim, não sou técnico de futebol. O importante foram os 3 pontos, na terceira vitória seguida, sendo esta fora de casa.
É fundamental lutar pelo título. Precisamos de uma sequência boa de vitórias. Mesmo nãos e mantendo 8, 9 vitórias seguidas, que pelo menos não percamos nos próximos 5 a 6 partidas. Tão pouco repitamos o fiasco do ano passado de só empatar! É importante não só pela disputa do penta. Mas até mesmo para se arrecadar dinheiro para os preparativos da Libertadores de 2012.
Enfim, um bom domingo, onde até mesmo meu Escort hobby fora vendido! Vascão rumo a Tóquio!
Em campo, uma escalação que não havia entendido: Julinho e Márcio Careca escalados como titulares. Todos que lêem este blogg – ou seja, ninguém – sabem que não gosto nem um pouco do camisa 32. Ele é fraco na marcação e na armação. Porque relacioná-lo? Ainda mais num jogo que voltávamos a ter dois volantes na marcação! O Julinho poderia muito bem ser relacionado na lateral, posição para a qual foi contratado. Mas enfim, não sou técnico de futebol. O importante foram os 3 pontos, na terceira vitória seguida, sendo esta fora de casa.
É fundamental lutar pelo título. Precisamos de uma sequência boa de vitórias. Mesmo nãos e mantendo 8, 9 vitórias seguidas, que pelo menos não percamos nos próximos 5 a 6 partidas. Tão pouco repitamos o fiasco do ano passado de só empatar! É importante não só pela disputa do penta. Mas até mesmo para se arrecadar dinheiro para os preparativos da Libertadores de 2012.
Enfim, um bom domingo, onde até mesmo meu Escort hobby fora vendido! Vascão rumo a Tóquio!
domingo, 17 de julho de 2011
16/07/2011 – Vasco da Gama x Atlético-PR – São Januário, Brasileiro,10ª rodada.
É impressionante como o futebol baliza todas as coisas. Esse amor ao Vasco da Gama consegue colocar um simples esporte como parâmetro de todas as relações humanas. Em tudo eles se assemelham.
O dia começava sem que percebesse o amanhecer, enfurnado em mais uma das dobras na Usina Temelétrica Governador Leonel Brizolla. Como não iria trabalhar no Sábado, devido a mais uma permuta daquelas que me fodem a vida, só para ir a São Januário – não ia dês da comemoração da Copa do Brasil –, a manhã foi dedicada a uma pesquisa de preços. A tarde passou num engarrafamento dos infernos na Av. Suburbana, tentando cochilar no desconfortável 638.
Tempo apenas de fritar dois bifes, novamente me dirijo a um ponto de ônibus: dessa vez seria vítima do 665 (principalmente na volta). Antes de matar a saudade do querido lar, umas cervejas geladas com os amigos. Papos diversos: material novo da torcida, festa, moradia, trabalho e política.
Os olhos apaixonados têm comportamento curioso. Só procuram o alvo de sua emoção. Assim, pouco me importava o jogo. Estava era vidrado em Juninho Pernambucano. Meu eterno camisa 8 voltava a minha visão da arquibancada depois de longos anos. Nem me sinto o mesmo daquela época. Mas ele, só cresceu em meu subconsciente. Se fosso psicólogo Yungano, criaria o arquétipo do Juninho Pernambucano, maior atleta que já existiu. Exemplo para as gerações futuras.
Antes que os raros leitores desse blog comecem a me achar louco por falar de cosias sem dar prosseguimento, voltemos a vaca fria do primeiro parágrafo. A impressão que tenho como torcedor, envolto no clima único da arquibancada, é a de que as coisas não fazem muito sentido – bem como não fazem sentido as escolhas que tocam o coração.
Que sentido há em Márcio Careca vestir a camisa cruzmaltina? Ainda mais ser titular?! Aonde reside o sentido mulheres lindas, gentis e carinhosas, se sentirem presas a relacionamentos já fracassados? Que sentido há no gol sofrido pelo Vasco? Vi acontecer e passei o jogo todo me perguntando como diabos levamos aquele gol... Aonde mora a coerência em não fazer idéia do que se sente, nem do que se quer para a vida? Que sentido há na anulação do gol feito pelo Dedé? E o pior, na sua contusão, se foi ele quem “fez” a falta!?! Se não foi falta dele, pior ainda! Qual sentido de se sentir fazer parte dum grupo, e ao mesmo tempo não sentir tesão nenhuma pelo mesmo? Como o golerinho do Atlético me solta aquele chute do Éder Luiz nas pernas de Alecgol?! Dessa vez, sorte nossa as coisas não fazerem sentido! Como pode um estádio que já coube 40 mil pessoas, nunca houve reforma que reduzisse sua capacidade drasticamente, de repente só caber 22 mil? Qual o sentindo de se construir uma mega-loja tampando a visão de parte do parque aquático, se esta visão – além da Capela, e principalmente esta – ser um dos motivos de nãos e levar com muita vontade o fechamento do círculo de arquibancadas de São Januário?!
Enfim, vitória do Vasco, isso sim faz sentido!
O dia começava sem que percebesse o amanhecer, enfurnado em mais uma das dobras na Usina Temelétrica Governador Leonel Brizolla. Como não iria trabalhar no Sábado, devido a mais uma permuta daquelas que me fodem a vida, só para ir a São Januário – não ia dês da comemoração da Copa do Brasil –, a manhã foi dedicada a uma pesquisa de preços. A tarde passou num engarrafamento dos infernos na Av. Suburbana, tentando cochilar no desconfortável 638.
Tempo apenas de fritar dois bifes, novamente me dirijo a um ponto de ônibus: dessa vez seria vítima do 665 (principalmente na volta). Antes de matar a saudade do querido lar, umas cervejas geladas com os amigos. Papos diversos: material novo da torcida, festa, moradia, trabalho e política.
Os olhos apaixonados têm comportamento curioso. Só procuram o alvo de sua emoção. Assim, pouco me importava o jogo. Estava era vidrado em Juninho Pernambucano. Meu eterno camisa 8 voltava a minha visão da arquibancada depois de longos anos. Nem me sinto o mesmo daquela época. Mas ele, só cresceu em meu subconsciente. Se fosso psicólogo Yungano, criaria o arquétipo do Juninho Pernambucano, maior atleta que já existiu. Exemplo para as gerações futuras.
Antes que os raros leitores desse blog comecem a me achar louco por falar de cosias sem dar prosseguimento, voltemos a vaca fria do primeiro parágrafo. A impressão que tenho como torcedor, envolto no clima único da arquibancada, é a de que as coisas não fazem muito sentido – bem como não fazem sentido as escolhas que tocam o coração.
Que sentido há em Márcio Careca vestir a camisa cruzmaltina? Ainda mais ser titular?! Aonde reside o sentido mulheres lindas, gentis e carinhosas, se sentirem presas a relacionamentos já fracassados? Que sentido há no gol sofrido pelo Vasco? Vi acontecer e passei o jogo todo me perguntando como diabos levamos aquele gol... Aonde mora a coerência em não fazer idéia do que se sente, nem do que se quer para a vida? Que sentido há na anulação do gol feito pelo Dedé? E o pior, na sua contusão, se foi ele quem “fez” a falta!?! Se não foi falta dele, pior ainda! Qual sentido de se sentir fazer parte dum grupo, e ao mesmo tempo não sentir tesão nenhuma pelo mesmo? Como o golerinho do Atlético me solta aquele chute do Éder Luiz nas pernas de Alecgol?! Dessa vez, sorte nossa as coisas não fazerem sentido! Como pode um estádio que já coube 40 mil pessoas, nunca houve reforma que reduzisse sua capacidade drasticamente, de repente só caber 22 mil? Qual o sentindo de se construir uma mega-loja tampando a visão de parte do parque aquático, se esta visão – além da Capela, e principalmente esta – ser um dos motivos de nãos e levar com muita vontade o fechamento do círculo de arquibancadas de São Januário?!
Enfim, vitória do Vasco, isso sim faz sentido!
domingo, 10 de julho de 2011
09/07/2011 – Vasco da Gama x Internacional – São Januário – Brasileiro, 9ª rodada.
O poder que o gênero feminino tem de tirar um homem do sério é impressionante! Ainda mias quando elas cismam em fazer a coisa errada e ainda ficam chateadas contigo por querer fazer tudo certinho... Conseguem ser piores que técnico teimoso – estilo Dunga – ou que jogador que num rende em campo – tipo Diego Souza, ou então a escandalosa falta de rendimento nas seleções respectivas de Neymar e Messi.
Coração apertado por um lado, mas contente com dois retornos deste final de semana: O reizinho da colina e meu irmão mais velho. Até aí, ia-se transcorrendo tudo bem. Compromissos em família – que me impediram de ir ao jogo – e preocupado em não empatarmos novamente, muito menos perdermos o jogo. Estava confiante com o desempenho do Juninho, e este correspondeu. Para mim, o maior atleta do século. Disciplinado, Técnico, Tático, inteligente, sabe dar entrevista, cuida da sua vida profissional com amor e empenho, não deixa sua vida pessoal aparecer na mídia a torto e a direito... Enfim, um exemplo de caráter! Fico feliz em ser vascaíno e poder falar para as crianças, esse é o Vasco, o Vasco de Juninho Pernambucano!
Parabéns ao técnico Ricardo Gomes, por ter tido atitude em manter o reizinho em campo e por ter barrado Diego Souza. Bernardo vinha a tempos merecendo uma vaga. Insistindo com ele, tenho a certeza que voltará a marcar.
Gostei do desempenho do time. Felipe fez excelentes dois passes que só não resultaram em gol por infelicidade de Eder Luiz – com um incrível acerto de cruzamento do Márcio Careca. Alecsandro teve duas boas oportunidades, Bernardo não foi bem finalizando com a canhotinha, mas achou espaço. Vi algumas falhas na marcação preocupantes. Mesmo tendo a melhor dupla de zaga em atividade no Brasil, o sistema defensivo está fragilizado. Chamo atenção para o fato que teremos 3 jogos fáceis pela frente. Caso consigamos consolidar nossa superioridade nos mesmos, estes problemas defensivos poderão ser maquiados... Outro grave problema, volto a frisar, está nas laterais. Márcio Careca se machucou e Ramon foi dispensado. E agora Dianamite?! Fagner recebeu cartão amarelo. Em breve estará suspenso. Quem poderá nos defender?
Com a fé de que tudo se resolverá para o bem, seja no coração, seja no futebol, seguiremos rumo à Tóquio!!!
Coração apertado por um lado, mas contente com dois retornos deste final de semana: O reizinho da colina e meu irmão mais velho. Até aí, ia-se transcorrendo tudo bem. Compromissos em família – que me impediram de ir ao jogo – e preocupado em não empatarmos novamente, muito menos perdermos o jogo. Estava confiante com o desempenho do Juninho, e este correspondeu. Para mim, o maior atleta do século. Disciplinado, Técnico, Tático, inteligente, sabe dar entrevista, cuida da sua vida profissional com amor e empenho, não deixa sua vida pessoal aparecer na mídia a torto e a direito... Enfim, um exemplo de caráter! Fico feliz em ser vascaíno e poder falar para as crianças, esse é o Vasco, o Vasco de Juninho Pernambucano!
Parabéns ao técnico Ricardo Gomes, por ter tido atitude em manter o reizinho em campo e por ter barrado Diego Souza. Bernardo vinha a tempos merecendo uma vaga. Insistindo com ele, tenho a certeza que voltará a marcar.
Gostei do desempenho do time. Felipe fez excelentes dois passes que só não resultaram em gol por infelicidade de Eder Luiz – com um incrível acerto de cruzamento do Márcio Careca. Alecsandro teve duas boas oportunidades, Bernardo não foi bem finalizando com a canhotinha, mas achou espaço. Vi algumas falhas na marcação preocupantes. Mesmo tendo a melhor dupla de zaga em atividade no Brasil, o sistema defensivo está fragilizado. Chamo atenção para o fato que teremos 3 jogos fáceis pela frente. Caso consigamos consolidar nossa superioridade nos mesmos, estes problemas defensivos poderão ser maquiados... Outro grave problema, volto a frisar, está nas laterais. Márcio Careca se machucou e Ramon foi dispensado. E agora Dianamite?! Fagner recebeu cartão amarelo. Em breve estará suspenso. Quem poderá nos defender?
Com a fé de que tudo se resolverá para o bem, seja no coração, seja no futebol, seguiremos rumo à Tóquio!!!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
06/07/2011 – Corinthians x Vasco da Gama – Pacaembu – Campeonato Brasileiro, 8ª Rodada.
Duma estréia se espera sempre o nervosismo, a ansiedade, mas têm-se sempre a fé do sucesso. O que dizer dum reencontro? Este momento maravilhoso em que as almas se aproximam depois dum longo período de afastamento, alimentado pelas lembranças dum passado de glórias manchado por uma fase de seca na colheita.
O reencontro é algo tão especial, que Jesus se valeu duma parábola aonde o filho pródigo retorna à casa do pai. A religião é um conceito baseado no religar-se à Divindade de onde tudo emana.
Ora, que dizer dum reencontro de um, com milhões?! Os milhões de vascaínos, mesmo os que não o viram jogar, estavam ansiosos com o “retorno do jedi”, nosso messias e consolador, Juninho Pernambucano. De seus sentimentos, infelizmente, nada posso falar. Confesso-lhes, apenas, que assisti-lo novamente com a cruz-maltina no peito ainda não fechou muito bem na minha cabeça.
Poderia este encontro ser melhor do que com um gol no primeiro chute dele? E de falta? Justamente Ele, consagrado pelo golaço da classificação à final da Taça Libertadores da América de 1998 (ano de nosso centenário)!?! É claro que esperávamos a vitória. Mas o Timão que me perdoe, o que estava em jogo era a volta do reizinho, não os três pontos.
Cheguei a imaginar que Deus era muito bom para mim. Os trabalhos se encerraram a poucos minutos antes da bola voltar a rolar. Assisti a quase todos os 90 minutos, tendo escutado uns 15 min do segundo tempo pelo rádio apenas. Aos 2 minutos Juninho já mostrava ao Brasil que atleta sério se mantém em forma jogando em qualquer campo do mundo. Mas a triste realidade sempre nos derruba dos vôos de ilusão...
Nenhuma ilusão quanto ao reizinho. Ilusão em achar que o time disputaria o brasileiro. Desse jeito, de forma alguma! Três problemas que a diretoria se recusa a encarar, sendo que um poderia ser amenizado com uma das maiores revelações do futebol brasileiro que já faz parte do nosso elenco. (1) Marcio Careca, não marca nem ataca com eficiência; (2) Fagner, sobe bem ao ataque, mas cruza muito mal e tem andado perdido na marcação, dando “botes” no vácuo; (3) Diego Souza, herói contra o Havaí, um excelente jogador contra o Atlético-PR, entretanto um jogador a menos na maioria das partidas – e Bernardo, artilheiro do time na temporada e na competição, ainda tem que se ver banco dum “atleta” que se arrasta em campo, enquanto era pra ser o responsável pro prender a bola no ataque.
Revolta-me ver que Dinamite de nada fez para fortalecer o time para o campeonato brasileiro. E se não tivéssemos ganhado a Copa do Brasil? Em nenhum momento a diretoria se mexeu para contratar ninguém!
Ricardo Gomes escolheu uma tática ousada para escalar Juninho: meio de campo em forma de losango. Só erra em dois aspectos e num, não recebe opção devido ao elenco.
(a) Jogando com apenas um cabeça de área, dois meio campistas lentos (devido a suas idades) responsáveis pelo toque de bola e armador centralizado, é necessário que o ataque abra pelas o caminho, o que não tem ocorrido com Alecsandro preso dentro da área, como se o time fosse jogar no chuveirinho, ou na tática “pró-evolution soccer” de entrar na grande área e cruzar pra traz na chegada do armador ou do centro-avante. Tal tática nem poderia ser a dominante numa formação deste meio de campo devido a característica que os laterais recebem nesse caso. Se nosso camisa 10 estivesse rendendo, o 9 deveria ser deslocado para jogar mais “solto” enquanto esse chegaria com a bola de frente pra área, tendo a opção do Eder Luiz e do Alecsandro. Portanto, se Ricardo Gomes irá manter o losango, que escale Bernardo no lugar de Diego Souza.
(b) Como nem Felipe, nem Juninho, são propriamente de marcação, apesar de terem mostrado disposição em ajudar na defesa – principalmente o camisa 6 –, supõem-se que os laterais serão mais defensivos que ofensivos. E não digo a velha receita de quando um sobe o outro fica. Digo que eles não terão a obrigação de encostar na linha de fundo em todas as subidas. Digo que seu papel principal é proteger a lateral vascaína contra as subidas dos laterais adversários. Significa dizer que nunca subirão ao ataque e que nunca cruzarão a bola na área para a cabeçada do 9? Não. Significa que a disposição tática predominante na partida é de laterais defensivos, dois volantes de ligação, um armador centralizado e dois atacantes abertos na área. Acontece que as características de nossos laterais não são estas. Fagner já foi melhor apoiando o ataque. Desde seu longo afastamento não tem rendido tão bem. Já que a diretoria não irá contratar um legítimo lateral, que saiba meter uma bola na cabeça e saiba marcar, então a melhor opção seria o nosso queridinho Allan – o detalhe é que ele se ausentará do elenco por algumas rodadas devido a seleção sub-20. Já na ponta esquerda, nosso técnico acabou de mostrar inabilidade gerencial e perdemos Ramom. Não é um excelente cruzador, tão pouco defensor. Mas com certeza é muito melhor que Márcio Careca! Deste não tenho anda a falar. Simplesmente não deveria vestir a camisa do Vasco.
Portanto, devemos ter fé é no espírito guerreiro e vencedor do Juninho e na obviedade de que Bernardo deva entrar no lugar de Diego Souza, além de contar com o apoio da torcida vascaína que lotará São Januário contra o Inter para rever seu soberano! Ai se aproveita o embalo de uma grande vitória em casa e lota-se novamente o estádio para o novo jogo em casa contra o Atlético do Paraná! Feito isso, voltemos a sonhar com o Penta!
O reencontro é algo tão especial, que Jesus se valeu duma parábola aonde o filho pródigo retorna à casa do pai. A religião é um conceito baseado no religar-se à Divindade de onde tudo emana.
Ora, que dizer dum reencontro de um, com milhões?! Os milhões de vascaínos, mesmo os que não o viram jogar, estavam ansiosos com o “retorno do jedi”, nosso messias e consolador, Juninho Pernambucano. De seus sentimentos, infelizmente, nada posso falar. Confesso-lhes, apenas, que assisti-lo novamente com a cruz-maltina no peito ainda não fechou muito bem na minha cabeça.
Poderia este encontro ser melhor do que com um gol no primeiro chute dele? E de falta? Justamente Ele, consagrado pelo golaço da classificação à final da Taça Libertadores da América de 1998 (ano de nosso centenário)!?! É claro que esperávamos a vitória. Mas o Timão que me perdoe, o que estava em jogo era a volta do reizinho, não os três pontos.
Cheguei a imaginar que Deus era muito bom para mim. Os trabalhos se encerraram a poucos minutos antes da bola voltar a rolar. Assisti a quase todos os 90 minutos, tendo escutado uns 15 min do segundo tempo pelo rádio apenas. Aos 2 minutos Juninho já mostrava ao Brasil que atleta sério se mantém em forma jogando em qualquer campo do mundo. Mas a triste realidade sempre nos derruba dos vôos de ilusão...
Nenhuma ilusão quanto ao reizinho. Ilusão em achar que o time disputaria o brasileiro. Desse jeito, de forma alguma! Três problemas que a diretoria se recusa a encarar, sendo que um poderia ser amenizado com uma das maiores revelações do futebol brasileiro que já faz parte do nosso elenco. (1) Marcio Careca, não marca nem ataca com eficiência; (2) Fagner, sobe bem ao ataque, mas cruza muito mal e tem andado perdido na marcação, dando “botes” no vácuo; (3) Diego Souza, herói contra o Havaí, um excelente jogador contra o Atlético-PR, entretanto um jogador a menos na maioria das partidas – e Bernardo, artilheiro do time na temporada e na competição, ainda tem que se ver banco dum “atleta” que se arrasta em campo, enquanto era pra ser o responsável pro prender a bola no ataque.
Revolta-me ver que Dinamite de nada fez para fortalecer o time para o campeonato brasileiro. E se não tivéssemos ganhado a Copa do Brasil? Em nenhum momento a diretoria se mexeu para contratar ninguém!
Ricardo Gomes escolheu uma tática ousada para escalar Juninho: meio de campo em forma de losango. Só erra em dois aspectos e num, não recebe opção devido ao elenco.
(a) Jogando com apenas um cabeça de área, dois meio campistas lentos (devido a suas idades) responsáveis pelo toque de bola e armador centralizado, é necessário que o ataque abra pelas o caminho, o que não tem ocorrido com Alecsandro preso dentro da área, como se o time fosse jogar no chuveirinho, ou na tática “pró-evolution soccer” de entrar na grande área e cruzar pra traz na chegada do armador ou do centro-avante. Tal tática nem poderia ser a dominante numa formação deste meio de campo devido a característica que os laterais recebem nesse caso. Se nosso camisa 10 estivesse rendendo, o 9 deveria ser deslocado para jogar mais “solto” enquanto esse chegaria com a bola de frente pra área, tendo a opção do Eder Luiz e do Alecsandro. Portanto, se Ricardo Gomes irá manter o losango, que escale Bernardo no lugar de Diego Souza.
(b) Como nem Felipe, nem Juninho, são propriamente de marcação, apesar de terem mostrado disposição em ajudar na defesa – principalmente o camisa 6 –, supõem-se que os laterais serão mais defensivos que ofensivos. E não digo a velha receita de quando um sobe o outro fica. Digo que eles não terão a obrigação de encostar na linha de fundo em todas as subidas. Digo que seu papel principal é proteger a lateral vascaína contra as subidas dos laterais adversários. Significa dizer que nunca subirão ao ataque e que nunca cruzarão a bola na área para a cabeçada do 9? Não. Significa que a disposição tática predominante na partida é de laterais defensivos, dois volantes de ligação, um armador centralizado e dois atacantes abertos na área. Acontece que as características de nossos laterais não são estas. Fagner já foi melhor apoiando o ataque. Desde seu longo afastamento não tem rendido tão bem. Já que a diretoria não irá contratar um legítimo lateral, que saiba meter uma bola na cabeça e saiba marcar, então a melhor opção seria o nosso queridinho Allan – o detalhe é que ele se ausentará do elenco por algumas rodadas devido a seleção sub-20. Já na ponta esquerda, nosso técnico acabou de mostrar inabilidade gerencial e perdemos Ramom. Não é um excelente cruzador, tão pouco defensor. Mas com certeza é muito melhor que Márcio Careca! Deste não tenho anda a falar. Simplesmente não deveria vestir a camisa do Vasco.
Portanto, devemos ter fé é no espírito guerreiro e vencedor do Juninho e na obviedade de que Bernardo deva entrar no lugar de Diego Souza, além de contar com o apoio da torcida vascaína que lotará São Januário contra o Inter para rever seu soberano! Ai se aproveita o embalo de uma grande vitória em casa e lota-se novamente o estádio para o novo jogo em casa contra o Atlético do Paraná! Feito isso, voltemos a sonhar com o Penta!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
29/06/2011 – Vasco da Gama x Cruzeiro – São Januário – Campeonato Brasileiro, 7ª Rodada.
A manhã começava com um pálido sol. Encaminhava-me à escola em que leciono no Bairro da Posse, Nova Iguaçu, saindo da UTE após uma fria madrugada. No rádio, a notícia de que por unanimidade dos presentes, 60 votos, a assembléia legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) aprovara lei de anistia aos Bombeiros Militares. Minha esperança é que Sérgio Cabral tenha mais medo da opinião pública do que aparenta e confirme o aprovado pelos parlamentares – esses sim se mostraram tementes ao grane apoio popular que o movimento dos bombeiros recebeu.
Uma manhã normal na escola, aonde os alunos fariam prova de ciências. Nada de mais a relatar. Estava mesmo era ansioso para dormir e acordar na hora do jogo. Não poderia ir ao estádio devido ao horário que pegava na usina, novamente uma seção de corujão...
A partida começa e eis que me vejo numa situação inusitada: o bar, quase de esquina com meu prédio, dividiu seu espaço em dois. Na entrada o jogo dos urubus contra o coelho de minas. No fundo, tendo maior espaço, o jogo do gigante da colina contra a raposa. Confesso que no começo senti-me desconfortável, pois próximo a mim havia dois “seres” fardados de jovem fla. Mas pareciam ser inofensivos naquele habitat, inclusive conhecendo a rapaziada do bar.
O time mineiro veio para o empate. Típica armação de Joel Santana com 3 volantes e somente um homem de ligação, o perigoso Montillo. O primeiro tempo começou com o Vasco arrasador. No mesmo instante que saiu o gol do Gaúcho na tv de trás, Eder Luiz tentava driblar o goleiro e desperdiçava a melhor chance do jogo até então. Segunda vez em dois jogos que isto se repete. Será que é tão difícil assim entenderem que Romário era rei porque sabia usar o bico da chuteira nestas situações? Bola na área tem que descançar na rede! Outro mole do nosso queridinho camisa 7 foi uma que recebeu pela esquerda, livre, dentro da grande área e nada de bater de canhota. Novamente um drible e perdeu a bola...
O fato é, o Vasco da Gama tem um sério problema na lateral esquerda, uma lateral direita que dá pro gasto, um armador que vive de apenas dois bons jogos e uma estréia com gol e uma dupla de ataque inconstante: heróis nas finais contra o coxa branca, pouco rendimento ao longo do campeonato. As esperanças são de que o time ganhe mais gana e qualidade com a entrada de Juninho, mas que dificilmente atuará todos os jogos, ou os 90 minutos de todos. Bernardo merece ser titular no lugar de Diego Souza. Mas não que esta posição seja definida para uma partida apenas. É preciso lhe dar uns 3 jogos de confiança. Quem sabe não ser escalado titular numa partida que o foco seja o reizinho?
Quando tudo parecia caminhar para um empate, ou então uma vitória seca num gol cagado no final do segundo tempo, os trapalhões encarnaram nos cruz-maltinos. Pras me recebe uma bola recuada, corta pra dentro da área e quando tudo aprecia que daria mandaria a bola pra frente, não, me volta pra esquerda e manda pro escanteio, quase entregando a pelota para o adversário. Como a falta de gols vascaínos e a lambança não passam impunes na lei kármica do futebol consagrada na máxima “quem não faz leva”, a cobrança de corner da raposa resultou num gol ridículo de Leandro Guerreiro, que cabeceou sozinho, após a “desejada” passar por cima de 3 defensores do gigante!
Pronto! O desastre estava feito. O time partiu para ataques desesperados, mas com poucos chutes de fato. Sempre tentando tocar até um momento ideal que nunca chega... A verdade é que o 1 x 0 para eles definiu o jogo. Os outros dois foram o resultado lógico de contra-ataques esperados num time desesperado. Nada a comentar. Tão pouco irei crucificar o melhor zagueiro do Brasil por uma partida ruim, em que levou um ovinho e cometeu um pênalti desnecessário (provavelmente o cara faria o gol, mas a chance do Prass defender ali era maior que de pegar uma cobrança de penalidade máxima).
Assim, vemos botafogo e flamengo nos superarem na tabela e novamente iremos jogar fora para recuperar os pontos dentro de casa... Podemos sim ganhar este título, mas é preciso outra postura dentro de campo. Dessa vez, o adversário fora é o líder do campeonato! Mas que venha o todo poderoso timão!
Uma manhã normal na escola, aonde os alunos fariam prova de ciências. Nada de mais a relatar. Estava mesmo era ansioso para dormir e acordar na hora do jogo. Não poderia ir ao estádio devido ao horário que pegava na usina, novamente uma seção de corujão...
A partida começa e eis que me vejo numa situação inusitada: o bar, quase de esquina com meu prédio, dividiu seu espaço em dois. Na entrada o jogo dos urubus contra o coelho de minas. No fundo, tendo maior espaço, o jogo do gigante da colina contra a raposa. Confesso que no começo senti-me desconfortável, pois próximo a mim havia dois “seres” fardados de jovem fla. Mas pareciam ser inofensivos naquele habitat, inclusive conhecendo a rapaziada do bar.
O time mineiro veio para o empate. Típica armação de Joel Santana com 3 volantes e somente um homem de ligação, o perigoso Montillo. O primeiro tempo começou com o Vasco arrasador. No mesmo instante que saiu o gol do Gaúcho na tv de trás, Eder Luiz tentava driblar o goleiro e desperdiçava a melhor chance do jogo até então. Segunda vez em dois jogos que isto se repete. Será que é tão difícil assim entenderem que Romário era rei porque sabia usar o bico da chuteira nestas situações? Bola na área tem que descançar na rede! Outro mole do nosso queridinho camisa 7 foi uma que recebeu pela esquerda, livre, dentro da grande área e nada de bater de canhota. Novamente um drible e perdeu a bola...
O fato é, o Vasco da Gama tem um sério problema na lateral esquerda, uma lateral direita que dá pro gasto, um armador que vive de apenas dois bons jogos e uma estréia com gol e uma dupla de ataque inconstante: heróis nas finais contra o coxa branca, pouco rendimento ao longo do campeonato. As esperanças são de que o time ganhe mais gana e qualidade com a entrada de Juninho, mas que dificilmente atuará todos os jogos, ou os 90 minutos de todos. Bernardo merece ser titular no lugar de Diego Souza. Mas não que esta posição seja definida para uma partida apenas. É preciso lhe dar uns 3 jogos de confiança. Quem sabe não ser escalado titular numa partida que o foco seja o reizinho?
Quando tudo parecia caminhar para um empate, ou então uma vitória seca num gol cagado no final do segundo tempo, os trapalhões encarnaram nos cruz-maltinos. Pras me recebe uma bola recuada, corta pra dentro da área e quando tudo aprecia que daria mandaria a bola pra frente, não, me volta pra esquerda e manda pro escanteio, quase entregando a pelota para o adversário. Como a falta de gols vascaínos e a lambança não passam impunes na lei kármica do futebol consagrada na máxima “quem não faz leva”, a cobrança de corner da raposa resultou num gol ridículo de Leandro Guerreiro, que cabeceou sozinho, após a “desejada” passar por cima de 3 defensores do gigante!
Pronto! O desastre estava feito. O time partiu para ataques desesperados, mas com poucos chutes de fato. Sempre tentando tocar até um momento ideal que nunca chega... A verdade é que o 1 x 0 para eles definiu o jogo. Os outros dois foram o resultado lógico de contra-ataques esperados num time desesperado. Nada a comentar. Tão pouco irei crucificar o melhor zagueiro do Brasil por uma partida ruim, em que levou um ovinho e cometeu um pênalti desnecessário (provavelmente o cara faria o gol, mas a chance do Prass defender ali era maior que de pegar uma cobrança de penalidade máxima).
Assim, vemos botafogo e flamengo nos superarem na tabela e novamente iremos jogar fora para recuperar os pontos dentro de casa... Podemos sim ganhar este título, mas é preciso outra postura dentro de campo. Dessa vez, o adversário fora é o líder do campeonato! Mas que venha o todo poderoso timão!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
26/06/2011 – Atlético-GO x Vasco da Gama – Serra Dourada – Campeonato Brasileiro, 6ª rodada.
Futebol é uma coisa engraçada, dificilmente o cenário que se desenha nos primeiros minutos de jogo, se confirma. O que dirá de antes da partida. Acredito que se a loteria esportiva não tivesse a possibilidade de jogos duplos e triplos, ninguém vencesse. Quem iria adivinhar uma goleada de 5 x 0 do Corinthians em cima do então 100% de aproveitamento São Paulo? E quem viu o primeiro tempo de Flamengo x Atlético-MG jamais afirmaria um elástico 4 x 1 para o rubro-negro da gávea.
Assim foi com nosso querido Gigante da Colina. Antes do jogo era uma vitória certa, deseja e obrigatória, devido aos 4 pontos entregues nos minutos finais das ultimas duas partidas, sendo dois destes dentro de casa. No começo do jogo parecia que iríamos descontar o chocolate sofrido contra o Cocha Branca. Antes de um minuto, Fagner entra na área pela direta e quase abre o placar. Logo em seguida, o queridinho da camisa 7 repete a jogada, cruza rasteiro para dentro da área, Alecsandro não consegue finalizar, a bola sobra para Felipe, que vinha de traz, e acerta um lindo gol de canhotinha: pronto, começaria a goleada e a distribuição de João Sorrisão dentre os Cruz-maltinos.
Ah se fosse verdade! O jogo não passou disso. Algumas boas chances desperdiçadas, o time jogando no contra-ataque, a lateral-esquerda que num fede nem cheira, o trio defensivo Prass-Dedé-Martins cada vez mais afiado e a teimosia do Ricardo Gomes de só dar 20 minutos de bola ao menino Bernardo (por sinal, artilheiro).
Depois duma festança de Oxalá, seguida da de Xangô, esperava um glória melhor do nosso amado clube. Quero ver a postura adotada contra Cruzeiro e Corinthians! Esses sim serão pauleiras e prepararão o caminho para a estréia mais ou menos nervosa do Reizinho dia 09/07.
Assim foi com nosso querido Gigante da Colina. Antes do jogo era uma vitória certa, deseja e obrigatória, devido aos 4 pontos entregues nos minutos finais das ultimas duas partidas, sendo dois destes dentro de casa. No começo do jogo parecia que iríamos descontar o chocolate sofrido contra o Cocha Branca. Antes de um minuto, Fagner entra na área pela direta e quase abre o placar. Logo em seguida, o queridinho da camisa 7 repete a jogada, cruza rasteiro para dentro da área, Alecsandro não consegue finalizar, a bola sobra para Felipe, que vinha de traz, e acerta um lindo gol de canhotinha: pronto, começaria a goleada e a distribuição de João Sorrisão dentre os Cruz-maltinos.
Ah se fosse verdade! O jogo não passou disso. Algumas boas chances desperdiçadas, o time jogando no contra-ataque, a lateral-esquerda que num fede nem cheira, o trio defensivo Prass-Dedé-Martins cada vez mais afiado e a teimosia do Ricardo Gomes de só dar 20 minutos de bola ao menino Bernardo (por sinal, artilheiro).
Depois duma festança de Oxalá, seguida da de Xangô, esperava um glória melhor do nosso amado clube. Quero ver a postura adotada contra Cruzeiro e Corinthians! Esses sim serão pauleiras e prepararão o caminho para a estréia mais ou menos nervosa do Reizinho dia 09/07.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
19/06/2011 – Grêmio x Vasco da Gama – Olímpico – Campeonato Brasileiro, 5ª Rodada.
Os amigos que assistiram ao jogo na TV aberta muito provavelmente viram que eu estive presente no Estádio Olímpico Monumental, com direito a dancinha do João Sorrisão – bem como o xodó vascaíno, Bernardo da Colina.
A viagem a POA teve como desculpa principal o jogo, mas confesso que muito dificilmente viria caso não pudesse passar alguns dias. A última vez que estive nestas terras gaúchas tinha sido em janeiro de 2005, quando da realização do 3º fórum social mundial. Àquela época era governo do PT no RS, 3º ano de Lula à presidência e Hugo Chaves estava no auge da influência frente às organizações de esquerda na América Latina. A estiagem castigava não só os porto-alegrenses, mas como também todos nós que acampávamos no Parque Harmonia. Vivia um recém namoro, com o maior amor pelo qual já senti por uma garota e a empolgação com a faculdade (acabado de terminar o primeiro período) e com a luta por mudar o mundo me empolgavam muito mais do que o Vasco ou o espírito.
Qual não foi a surpresa, quando 6 anos depois volto a POA, e passo na Av. Borges de Medeiros por de baixo da passarela linda em que a passeata do fórum cruzou. Surpreendi-me por reconhecer aquele lugar que continua lindo e abandonado e por ter novamente sentido a empolgação daquela passeata – apesar dessa vez estar acompanhado de alguns poucos loucos cruz-maltinos, de noite, indo nos alcoolizar junto à uns tantos gremistas...
Para os apaixonados por futebol, ou simplesmente para aqueles que queiram um turismo mais completo, passar uma noite no Brechó do Futebol (www.brechodofutebol.com) é uma experiência reconfortante: as fotos nas paredes, os cachecóis (ou “manta”, como a gurizada diz por aqui) no teto, as duas televisões transmitindo esportes, o som tocando de NoFX à Rolling Stones, passando por Blues Etílicos e Guns’n Roses, sem esquecer do prato principal: petiscos e um cardápio enorme de cervejas nacionais e importadas que fogem ao comum brahma-skol-antártica. Infelizmente não consegui visitar o brechó propriamente dito, aonde se vendem as camisas de futebol.
Lembrei-me muito destas cervejas durante a partida. A esperança de poder saborear uma boa bebida durante um jogo parece que só irá se realizar durante a copa do mundo, quando o governo brasileiro será obrigado a romper sua própria lei e permitir a venda exclusiva de Haineken nos estádios.
A banda da Geral do Grêmio, barra-brava de nossos bravos aliados, também foi uma bela surpresa. Os trompetes e as murgas se combinam de forma harmoniosa a empolgação apaixonada das canções entoadas pela torcida durante os 105 minutos, ou mais! Por sinal, o Rio de Janeiro deveria copiar não as letras da banda, mas sua qualidade musical e, também, o fato de aqui se ter passe-livre nos ônibus em determinados dias do mês. Tivemos a sorte de estarmos presentes num dia de vacinação pública e, por isso, viajamos de graça. Justo não? Se a vacinação tem por objetivo atingir toda a população, nada melhor que garantir o direito de se ir e vir das pessoas. A saúde pública deve ser prioridade frente aos exorbitantes lucros das empresas de transporte coletivo...
O dia da partida chegou, após um sábado em que assistimos à um ensaio da banda da geral e uma noite na cidade baixa, e a expectativa era de vitória. O ataque gremista é muito fraco e seria a estréia do time campeão da Copa do Brasil no brasileirão. Éramos cerca de um milhar de vascaínos, mas a torcida gremista não era muito grande. Após um etílico convívio com a gurizada do sul, adentramos o estádio antes da chuva. Novamente Oyá nos presenteara com sua presença.
A partida em si não teve nada de mais, apenas a triste constatação de que o Vasco foi melhor quando Felipe saiu, e por incrível que pareça, passamos a jogar com 3 volantes e que Ricardo Gomes ainda demora muito tempo para mexer. Por mais que Diego Souza estivesse rendendo pouco quando saiu para a entrada de Bernardo, aos 28 min da etapa final, seria melhor que se tivesse retirado um volante e jogado com dois homens de marcação. A opção por 3 volantes libera mais os laterais, e tendo Alecsandro, depois Elton, como centro-avante, de fato as jogadas pelas pontas são uma das melhores jogadas. No entanto, a fragilidade do tricolor rio-grandense nos permitiria ter, por exemplo, Bernardo entrando aos 10min, quando Felipe saiu lesionado e Jéferson no lugar de Diego Souza nos 15 a 20 min finais. Outra monumental alegria foi ver Fernando Prass defendendo um pênalti! Esperanças de que seja a sorte de campeão!
No mais, o campeonato é longo, temos plenas condições de ganhar pontos fora de casa contra times como América-MG, Atlético-GO, Avaí, Atlético-PR, Bahia, Figueirense, além dos clássicos cariocas: botafogo e fluminense estão muito ruins e o Flamengo ainda não mostrou a que veio. Mas como “clássico é clássico e vice-versa”, não dá para contar com estes pontos, apesar de ter o CRVG como favorito...
Antes de retornar ainda foi possível adquirir algumas cuias de chimarrão para presentear as 4 mocinhas aniversariantes destas duas semanas e mais uma pro meu caboclo boiadeiro e a erva pro da mãe!
Repleto de boas lembranças de Porto Alegre, vamos seguir em busca dos 3 pontos em Goiáis!
A viagem a POA teve como desculpa principal o jogo, mas confesso que muito dificilmente viria caso não pudesse passar alguns dias. A última vez que estive nestas terras gaúchas tinha sido em janeiro de 2005, quando da realização do 3º fórum social mundial. Àquela época era governo do PT no RS, 3º ano de Lula à presidência e Hugo Chaves estava no auge da influência frente às organizações de esquerda na América Latina. A estiagem castigava não só os porto-alegrenses, mas como também todos nós que acampávamos no Parque Harmonia. Vivia um recém namoro, com o maior amor pelo qual já senti por uma garota e a empolgação com a faculdade (acabado de terminar o primeiro período) e com a luta por mudar o mundo me empolgavam muito mais do que o Vasco ou o espírito.
Qual não foi a surpresa, quando 6 anos depois volto a POA, e passo na Av. Borges de Medeiros por de baixo da passarela linda em que a passeata do fórum cruzou. Surpreendi-me por reconhecer aquele lugar que continua lindo e abandonado e por ter novamente sentido a empolgação daquela passeata – apesar dessa vez estar acompanhado de alguns poucos loucos cruz-maltinos, de noite, indo nos alcoolizar junto à uns tantos gremistas...
Para os apaixonados por futebol, ou simplesmente para aqueles que queiram um turismo mais completo, passar uma noite no Brechó do Futebol (www.brechodofutebol.com) é uma experiência reconfortante: as fotos nas paredes, os cachecóis (ou “manta”, como a gurizada diz por aqui) no teto, as duas televisões transmitindo esportes, o som tocando de NoFX à Rolling Stones, passando por Blues Etílicos e Guns’n Roses, sem esquecer do prato principal: petiscos e um cardápio enorme de cervejas nacionais e importadas que fogem ao comum brahma-skol-antártica. Infelizmente não consegui visitar o brechó propriamente dito, aonde se vendem as camisas de futebol.
Lembrei-me muito destas cervejas durante a partida. A esperança de poder saborear uma boa bebida durante um jogo parece que só irá se realizar durante a copa do mundo, quando o governo brasileiro será obrigado a romper sua própria lei e permitir a venda exclusiva de Haineken nos estádios.
A banda da Geral do Grêmio, barra-brava de nossos bravos aliados, também foi uma bela surpresa. Os trompetes e as murgas se combinam de forma harmoniosa a empolgação apaixonada das canções entoadas pela torcida durante os 105 minutos, ou mais! Por sinal, o Rio de Janeiro deveria copiar não as letras da banda, mas sua qualidade musical e, também, o fato de aqui se ter passe-livre nos ônibus em determinados dias do mês. Tivemos a sorte de estarmos presentes num dia de vacinação pública e, por isso, viajamos de graça. Justo não? Se a vacinação tem por objetivo atingir toda a população, nada melhor que garantir o direito de se ir e vir das pessoas. A saúde pública deve ser prioridade frente aos exorbitantes lucros das empresas de transporte coletivo...
O dia da partida chegou, após um sábado em que assistimos à um ensaio da banda da geral e uma noite na cidade baixa, e a expectativa era de vitória. O ataque gremista é muito fraco e seria a estréia do time campeão da Copa do Brasil no brasileirão. Éramos cerca de um milhar de vascaínos, mas a torcida gremista não era muito grande. Após um etílico convívio com a gurizada do sul, adentramos o estádio antes da chuva. Novamente Oyá nos presenteara com sua presença.
A partida em si não teve nada de mais, apenas a triste constatação de que o Vasco foi melhor quando Felipe saiu, e por incrível que pareça, passamos a jogar com 3 volantes e que Ricardo Gomes ainda demora muito tempo para mexer. Por mais que Diego Souza estivesse rendendo pouco quando saiu para a entrada de Bernardo, aos 28 min da etapa final, seria melhor que se tivesse retirado um volante e jogado com dois homens de marcação. A opção por 3 volantes libera mais os laterais, e tendo Alecsandro, depois Elton, como centro-avante, de fato as jogadas pelas pontas são uma das melhores jogadas. No entanto, a fragilidade do tricolor rio-grandense nos permitiria ter, por exemplo, Bernardo entrando aos 10min, quando Felipe saiu lesionado e Jéferson no lugar de Diego Souza nos 15 a 20 min finais. Outra monumental alegria foi ver Fernando Prass defendendo um pênalti! Esperanças de que seja a sorte de campeão!
No mais, o campeonato é longo, temos plenas condições de ganhar pontos fora de casa contra times como América-MG, Atlético-GO, Avaí, Atlético-PR, Bahia, Figueirense, além dos clássicos cariocas: botafogo e fluminense estão muito ruins e o Flamengo ainda não mostrou a que veio. Mas como “clássico é clássico e vice-versa”, não dá para contar com estes pontos, apesar de ter o CRVG como favorito...
Antes de retornar ainda foi possível adquirir algumas cuias de chimarrão para presentear as 4 mocinhas aniversariantes destas duas semanas e mais uma pro meu caboclo boiadeiro e a erva pro da mãe!
Repleto de boas lembranças de Porto Alegre, vamos seguir em busca dos 3 pontos em Goiáis!
domingo, 12 de junho de 2011
11/06/2011 - Vasco da Gama x Figueirense - São Januário - Campeonato Brasileiro, 4ª Rodada
Dessa vez este que vos escreve não foi ao jogo, tão pouco assistiu pela televisão. Tive apenas o breve prazer de ter escutado a vitória parcial no primeiro tempo. Os amigos devem estar se perguntando, "como assim o Daniel não foi ao jogo da entrega das faixas de campeão da Copa do Brasil e da reapresentação do Juninho? Estaria ele trabalhando?" Para espanto geral, não estava trabalhado. Na minha escala era sim meu dia. Pegaria das 15H às 23H. Mas uma troca com o amigo Leonardo, da equipe "C", permitiu-me ter o sabadão de folga. Ora, então que diabos fazia eu de tão importante que não fui ao jogo, nem pude assistir pela tv, tão pouco escutar o segundo tempo no rádio?
Caros, a verdade é que em algumas situações o cidadão se vê obrigado a optar entre um ou outra situação que lhe é muito importante. No meu caso, tenho sempre que ponderar Emprego, Família, Vasco e Religião. Já houve uma época que um quinto elemento fazia parte, mas hoje em dia, perdeu minha dedicação... falaremos deste noutro momento. Pois bem, não estar no jogo contra Figueirense (que por sinal considerava vitória certa), mas sobre tudo não estar na festa para rever o meu reizinho e comemorar um pouco mais a Copa, foi fruto de uma dessas escolhas.
A partida me frustou um bucado: escalar três volantes, deixando o Jéferson no banco, e ver novamente o Fernando entregando a paçoca pro adversário, sobretudo no finalzinho do jogo dentro de casa (2 pontos no brasileirão fazem toda a falta) é de amargar qualquer cristão. Mas ressalvo, o pior foi não estar no Caldeirão em momento de tanta alegria para a torcida vascaina!
Minha escolha se deu simplesmente entre estar na Festa de Seu Tranca Rua das Almas, ou estar na Festa do reizinho. A escolha foi feita, e não me arrependo. Agora, na reestreia do reizinho, eu vou de qualquer jeito, não importa o que haja - tá bom, uma emergência na minha família seria algo a se pensar!
Este post será breve, basta relatar que consegui que alguns Flamenguistas que nunca torceram para o Vasco quisessem nossa conquista no dia 08 de Junho. Portanto, minha presença no terreiro era mais do que um dever, era um gesto de gratidão!
Até a próxima partida, e saudações cruz-maltinas!
Caros, a verdade é que em algumas situações o cidadão se vê obrigado a optar entre um ou outra situação que lhe é muito importante. No meu caso, tenho sempre que ponderar Emprego, Família, Vasco e Religião. Já houve uma época que um quinto elemento fazia parte, mas hoje em dia, perdeu minha dedicação... falaremos deste noutro momento. Pois bem, não estar no jogo contra Figueirense (que por sinal considerava vitória certa), mas sobre tudo não estar na festa para rever o meu reizinho e comemorar um pouco mais a Copa, foi fruto de uma dessas escolhas.
A partida me frustou um bucado: escalar três volantes, deixando o Jéferson no banco, e ver novamente o Fernando entregando a paçoca pro adversário, sobretudo no finalzinho do jogo dentro de casa (2 pontos no brasileirão fazem toda a falta) é de amargar qualquer cristão. Mas ressalvo, o pior foi não estar no Caldeirão em momento de tanta alegria para a torcida vascaina!
Minha escolha se deu simplesmente entre estar na Festa de Seu Tranca Rua das Almas, ou estar na Festa do reizinho. A escolha foi feita, e não me arrependo. Agora, na reestreia do reizinho, eu vou de qualquer jeito, não importa o que haja - tá bom, uma emergência na minha família seria algo a se pensar!
Este post será breve, basta relatar que consegui que alguns Flamenguistas que nunca torceram para o Vasco quisessem nossa conquista no dia 08 de Junho. Portanto, minha presença no terreiro era mais do que um dever, era um gesto de gratidão!
Até a próxima partida, e saudações cruz-maltinas!
sexta-feira, 10 de junho de 2011
08/06/2011 – Coritiba x Vasco da Gama – Couto Pereira – 2ª partida da Final da Copa do Brasil – CRVG campeão!
Saímos de São Januário por volta das 1:30 da madrugada do dia 08 do mês corrente. Assim que cheguei no bar da guerreiros – como é conhecido o bar do Sr. Joélcio, por ser o ponto de encontro dos Guerreiros do Almirante – chovia um verdadeiro “pé d’água”. Iansã começava ali seu trabalho de limpeza dos anos de desventuras que carregávamos. Fomos, assim, banhados pela esperança da nova taça até a friorenta cidade de Curitiba.
As 13 horas dentro do ônibus correram daquele jeito: cerveja, bebidas, “batizado” dos novatos de caravanas, “briga” entre os do fundo e os da frente e muita, mas muita música de incentivo ao nosso amado clube.
Falar dos detalhes do ônibus, dos companheiros, do preço abusivo dos alimentos nas paradas, do sono, do desconforto de só poder defecar nos banheiros do Graal, enfim, de todo o perrengue que os aventureiros de excursão pelos estádios de futebol do Brasil a fora sofrem, me parecem sem muito sentido agora. Deixemos para outro momento estes por menores fascinantes do mundo de um torcedor, louco, muito louco!
A verdade é que nenhum incomodo era maior que a ansiedade do apito final e do grito engasgado. Confesso que o Couto Pereira lota é de arrepiar. A torcida coxa-branca se impõem em campo. E o time responde. É claro que no momento em que o Vasco fez o 1 x 0 com o “mito” Alecsandro, o silencio era algo muito estranho. Mas o time deles reagiu e empolgou-os de novo. No 2 x 1 coxa, tive medo pela primeira vez. Até então me sentia confiante. Ansioso, mas confiante.
Falava que o silêncio era algo estranho após o primeiro gol cruzmaltino. Explico-me. A verdade é que após o gol e os primeiros gritos, a maior parte da torcida só conseguia se abraçar, chorar e agradecer! Faço parte de um movimento de torcedores, os Guerreiros do Almirante, que já assistiu a muitos títulos vascaínos, mas somente individualmente. Como grupo, ainda não tínhamos tido este gosto. A minha geração, que viveu a adolescência e as primeiras experiências de arquibancada na década de 1990, se acostumou as taças: tri campeão invicto (92-93-94), Brasileiro com o Recorde de artilharia (97), Carioca e Libertadores no ano do centenário (98), Taça Rio-São Paulo (99) e Brasileiro e Mercossul, na vira mais empolgante da História do futebol (2000).
A longa demora, quando olhada dentro da História do Vasco, em particular, e do Futebol, em geral, não é nenhuma novidade. Tivemos o vácuo de 1958-1966, seguido por 1966-1974. Como a História só se repete como farsa ou como tragédia, quis o destino que neste novo período de seca, fossemos parar no submundo... Águas passadas não movem moinho, mas títulos novos nos levam às Américas!
O primeiro gol do “Mito” Alecsandro e veio a certeza: Vasco campeão! O time jogava mal. Era somente transpiração. De nada lembrava a técnica e o domínio sobre o adversário na casa deste, como contra o Náutico, Atlético-PR e Avaí. Erros na proteção à melhor dupla de zagueiros do País, principalmente com o cabeça de área, Eduardo Costa (aliais, deveria pegar logo a camisa 5, uma vez que a 8 volta ao reizinho), que até marcava bem, mas errava nos passes, e na lateral esquerda, com Ramon nem marcando bem, nem atacando com presteza.
Em dois desses erros, duas duchas de muito frio. Auge do nervosismo! A como faz falta um surdo numa torcida. Tínhamos que apoiar somente com nossas vozes roucas e engasgadas. No intervalo, a discussão com um amigo da banda da colina só mostrava que sentíamos medo...
Começa o segundo tempo e somos poucos cantando: “o Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor, lêlêlê lêlê, oh oh ooooo”. Aquela partida truncada, Felipe dando carrinho na lateral e evitando a bola sair. Ah nosso maestro, como eu queria que teu chute tivesse acertado o gol em Tóquio no ano de 1998...! Tu és a garra que todo vascaíno sente: Edmundo, Juninho, Felipe, ídolos recentes que não sentem vergonha em chorar de emoção pelo vascão, mas que em campo nunca param de lutar! E esse espírito inflamou Eder Luiz. Naquele momento cantávamos quase sozinhos, “Oooh Vamos ganhar Vasco, Vamos ganhar Vasco, vamos ganhar Vascoooo oh!”, quando o destino se impôs e a curva da bola, o zagueiro a frente da visão do goleiro, fez com que o chute mágico do dentucinho cruzasse a linha que separa a meta do quase: segundo gol cruz-maltino e novamente a certeza: esse título é nosso! Novas lágrimas não se contiveram nos olhos de muitos.
Por alguns lances acreditei que o Vasco sairia de lá não só campeão, mas como também vitorioso. Contra-ataque veloz, Alecsandro recebe de Eder Luiz pela direita na entrada da área, mas chuta por cima do gol enquanto Bernardo esperava livre de marcação pela esquerda. Em novo momento do camisa 7, recebe no semi-circulo clareia o chute, corta pra esquerda, mas os marcadores permanecem em sua frente e o lance esfria... Noutra oportunidade, o novo queridinho de São Januário adentra a área e chuta para a defesa do goleiro do coxa... Não importa a ordem destas oportunidades. Mas no segundo tempo, forma praticamente estas as chances do Clube do Almirante. No mais, haja estomago para agüentar a pressão coritibana. Ainda mais quando com um tiro certeiro passaram a frente no placar novamente.
Ah como o tempo demora a passar... ah como o frio parecia querer nos matar. A verdade, no entanto, é maravilhosa, e sim, podemos gritar: “é campeão!” Abraços, orações, agradecimentos, xingamentos, “Vice é o caralho!”, esperança em conquistar novamente as Américas, esperanças em Tóquio! O gigante de vez em quando hiberna, mas quando acorda, levanta com fome. Começamos a comer, e esperamos não pararmos com nenhuma indigestão! Senhores beneméritos e conselheiros. Senhores cartolas e empresários. Suas vidas cheias de riqueza e glamur depende de nossa paixão. Não estraguem nosso Vasco em mais uma fatídica eleição. Dinamite, volte a ser ídolo e acabe com esta sua hipocrizia. Já que vai fazer as pazes com nosso Animal, repense tua vida. Repense porque o único vice-presidente honrado que te apoiava te abandonou – Luso Soares da Costa merecia mais respeito presidente! Acabe com essa vergonhosa “genro-tour”. Eurico, sei que sentis-te alegria com esta conquista. Não deixe se empolgar pela disputa de poder. Nosso Club de Regatas Vasco da Gama precisa continuar a comer as copas e taças pelo mundo a fora!
Doce vitória! Para completar, Iansã deu novamente o ar da graça. Por trêz vezes estourou seu trovoar antes da chuva começar. Primeiro vieram os Granizos, lembrando o gelo que sentíamos em nosso peito. Depois a chuva, lavando nossas almas. A mesma chuva veio conosco estrada a cima e desceu sobre São Januário, terminado de lavar todo vascaíno apaixonado! Eparréi Oyá!
Eu acordei depois de dias andando pelo Vasco. Mais de 1600 Km percorridos em 3 dias sem sono e sem alimentação decente. Mas valeu. Ogum Ié! Nos levou e nos trouxe em segurança! Hoje acordei para um longuíssimo dia de trabalho e continuo sendo campeão! Eu sou um campeão! Eu e meus companheiros guerreiros vivemos aquilo mais intensamente que muito atleta por aí! Esse título ninguém tira de nós!
As 13 horas dentro do ônibus correram daquele jeito: cerveja, bebidas, “batizado” dos novatos de caravanas, “briga” entre os do fundo e os da frente e muita, mas muita música de incentivo ao nosso amado clube.
Falar dos detalhes do ônibus, dos companheiros, do preço abusivo dos alimentos nas paradas, do sono, do desconforto de só poder defecar nos banheiros do Graal, enfim, de todo o perrengue que os aventureiros de excursão pelos estádios de futebol do Brasil a fora sofrem, me parecem sem muito sentido agora. Deixemos para outro momento estes por menores fascinantes do mundo de um torcedor, louco, muito louco!
A verdade é que nenhum incomodo era maior que a ansiedade do apito final e do grito engasgado. Confesso que o Couto Pereira lota é de arrepiar. A torcida coxa-branca se impõem em campo. E o time responde. É claro que no momento em que o Vasco fez o 1 x 0 com o “mito” Alecsandro, o silencio era algo muito estranho. Mas o time deles reagiu e empolgou-os de novo. No 2 x 1 coxa, tive medo pela primeira vez. Até então me sentia confiante. Ansioso, mas confiante.
Falava que o silêncio era algo estranho após o primeiro gol cruzmaltino. Explico-me. A verdade é que após o gol e os primeiros gritos, a maior parte da torcida só conseguia se abraçar, chorar e agradecer! Faço parte de um movimento de torcedores, os Guerreiros do Almirante, que já assistiu a muitos títulos vascaínos, mas somente individualmente. Como grupo, ainda não tínhamos tido este gosto. A minha geração, que viveu a adolescência e as primeiras experiências de arquibancada na década de 1990, se acostumou as taças: tri campeão invicto (92-93-94), Brasileiro com o Recorde de artilharia (97), Carioca e Libertadores no ano do centenário (98), Taça Rio-São Paulo (99) e Brasileiro e Mercossul, na vira mais empolgante da História do futebol (2000).
A longa demora, quando olhada dentro da História do Vasco, em particular, e do Futebol, em geral, não é nenhuma novidade. Tivemos o vácuo de 1958-1966, seguido por 1966-1974. Como a História só se repete como farsa ou como tragédia, quis o destino que neste novo período de seca, fossemos parar no submundo... Águas passadas não movem moinho, mas títulos novos nos levam às Américas!
O primeiro gol do “Mito” Alecsandro e veio a certeza: Vasco campeão! O time jogava mal. Era somente transpiração. De nada lembrava a técnica e o domínio sobre o adversário na casa deste, como contra o Náutico, Atlético-PR e Avaí. Erros na proteção à melhor dupla de zagueiros do País, principalmente com o cabeça de área, Eduardo Costa (aliais, deveria pegar logo a camisa 5, uma vez que a 8 volta ao reizinho), que até marcava bem, mas errava nos passes, e na lateral esquerda, com Ramon nem marcando bem, nem atacando com presteza.
Em dois desses erros, duas duchas de muito frio. Auge do nervosismo! A como faz falta um surdo numa torcida. Tínhamos que apoiar somente com nossas vozes roucas e engasgadas. No intervalo, a discussão com um amigo da banda da colina só mostrava que sentíamos medo...
Começa o segundo tempo e somos poucos cantando: “o Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor, lêlêlê lêlê, oh oh ooooo”. Aquela partida truncada, Felipe dando carrinho na lateral e evitando a bola sair. Ah nosso maestro, como eu queria que teu chute tivesse acertado o gol em Tóquio no ano de 1998...! Tu és a garra que todo vascaíno sente: Edmundo, Juninho, Felipe, ídolos recentes que não sentem vergonha em chorar de emoção pelo vascão, mas que em campo nunca param de lutar! E esse espírito inflamou Eder Luiz. Naquele momento cantávamos quase sozinhos, “Oooh Vamos ganhar Vasco, Vamos ganhar Vasco, vamos ganhar Vascoooo oh!”, quando o destino se impôs e a curva da bola, o zagueiro a frente da visão do goleiro, fez com que o chute mágico do dentucinho cruzasse a linha que separa a meta do quase: segundo gol cruz-maltino e novamente a certeza: esse título é nosso! Novas lágrimas não se contiveram nos olhos de muitos.
Por alguns lances acreditei que o Vasco sairia de lá não só campeão, mas como também vitorioso. Contra-ataque veloz, Alecsandro recebe de Eder Luiz pela direita na entrada da área, mas chuta por cima do gol enquanto Bernardo esperava livre de marcação pela esquerda. Em novo momento do camisa 7, recebe no semi-circulo clareia o chute, corta pra esquerda, mas os marcadores permanecem em sua frente e o lance esfria... Noutra oportunidade, o novo queridinho de São Januário adentra a área e chuta para a defesa do goleiro do coxa... Não importa a ordem destas oportunidades. Mas no segundo tempo, forma praticamente estas as chances do Clube do Almirante. No mais, haja estomago para agüentar a pressão coritibana. Ainda mais quando com um tiro certeiro passaram a frente no placar novamente.
Ah como o tempo demora a passar... ah como o frio parecia querer nos matar. A verdade, no entanto, é maravilhosa, e sim, podemos gritar: “é campeão!” Abraços, orações, agradecimentos, xingamentos, “Vice é o caralho!”, esperança em conquistar novamente as Américas, esperanças em Tóquio! O gigante de vez em quando hiberna, mas quando acorda, levanta com fome. Começamos a comer, e esperamos não pararmos com nenhuma indigestão! Senhores beneméritos e conselheiros. Senhores cartolas e empresários. Suas vidas cheias de riqueza e glamur depende de nossa paixão. Não estraguem nosso Vasco em mais uma fatídica eleição. Dinamite, volte a ser ídolo e acabe com esta sua hipocrizia. Já que vai fazer as pazes com nosso Animal, repense tua vida. Repense porque o único vice-presidente honrado que te apoiava te abandonou – Luso Soares da Costa merecia mais respeito presidente! Acabe com essa vergonhosa “genro-tour”. Eurico, sei que sentis-te alegria com esta conquista. Não deixe se empolgar pela disputa de poder. Nosso Club de Regatas Vasco da Gama precisa continuar a comer as copas e taças pelo mundo a fora!
Doce vitória! Para completar, Iansã deu novamente o ar da graça. Por trêz vezes estourou seu trovoar antes da chuva começar. Primeiro vieram os Granizos, lembrando o gelo que sentíamos em nosso peito. Depois a chuva, lavando nossas almas. A mesma chuva veio conosco estrada a cima e desceu sobre São Januário, terminado de lavar todo vascaíno apaixonado! Eparréi Oyá!
Eu acordei depois de dias andando pelo Vasco. Mais de 1600 Km percorridos em 3 dias sem sono e sem alimentação decente. Mas valeu. Ogum Ié! Nos levou e nos trouxe em segurança! Hoje acordei para um longuíssimo dia de trabalho e continuo sendo campeão! Eu sou um campeão! Eu e meus companheiros guerreiros vivemos aquilo mais intensamente que muito atleta por aí! Esse título ninguém tira de nós!
domingo, 5 de junho de 2011
Coritiba x Vasco, Couto Pereira - 05/06/2011 - Campeonato brasileiro, 3ª rodada
Conheceráis a verdade, e a verdade vos libertará!
Ah triste verdade! Mais um começo de campeonato brasileiro, e novamente alguns clubes poupam titulares pensando nas fazes finais da Copa do Brasil e da Libertadores. Este ano houve algo engraçado, somente um clube permaneceu na Libertadores ainda antes de começar o brasileirão. Dentre os que disputavam a Copa do Brasil, o Vasco vinha de vento em polpa vencendo fora e em casa com o expressinho - e o Bernardo sendo artilheiro com 3 gols em 2 jogos.
Tudo muito lindo, tudo muito belo. A tabela parecia ter sorrido para nós! Começamos fora de casa pegando um time misto, depois dentro de casa contra um time fraco. Agora seria mais um time reserva. Pronto! 100% de aproveitamente antes de ser campeão! Mais 3 pontinhos que serão decisivos na última rodada do Brasileiro! Agente na final, eu já me preocupando com o frio que vou sentir em Curitiba sem ter nenhum casaco decente, cansado da dobra que fiz na Usina, pensei: vou assistir o Vasco bater nos reserva do Coxa, se manter na liderança do brasileirão e vamos rompeter tabus: ganhar um título semana que vem e acabar com essa história de que ao disputar uma outra competição, o brasileirão deva ser preterido...
Iludido eu... Estava me gabando de que o Vasco tinha elenco... Lembrei foi das 4 primeiras rodadas do carioca! Que zaga vergonhosa essa! Fernando, seja dispenssado logo! Você é muito lerdo! Jomar, que porra é essa? Aprendeu a marcar aonde, jogando botão? Max, que tu tava fazendo na lateral esquerda, quem nem atacava, nem marcava? E fagner, que couve filho? A contuzão afetou teu cérebro?
Pois bem. Constatado que nosso time precisa contratar dois zagueiros para o banco urgente! Temos a melhor dupla de zaga atuando no Brasil, em nosso time titular - aliáis, o Mano Menezes comeu cocô ao não convocar o Dedé! Põem o Thiago Silva como cabeça de área e joga o Dedé com a 4! Mas a reserva não dá nem pra disputar a segundona do carioca!!!
Porque me importar com um joguinho desses, se na quarta-feira temos tudo para sermos campeões? Ora bolas, porque 3 pontos no brasileiro fazem muita falta; porque levar 5 gols assim fazem muita diferença nos critériso de desempate; e principalmente por que caso nossos zagueiros titulares não possam atuar numa ou outra partida, estamos fuuuuuuuuuuu e mal pagos!!
Outra triste realidade que continua a me assombrar desde 2008 se chama Roberto Dinamite! Veicularam na mídia de que o ilustríssimo deputado estadual e mandatário do CRVG, disponibilizou para sócios 150 ingressos a R$80,00 em cima da hora. E que teria tirado estes ingressos de sua cota particular e de outros cartolas... Mentiraaaaaaaaaaaaa!!! Tirou foi das torcidas! Tirou da gente que está sempre em São Januário, mesmo nas noites de quarta, as 22H, num frio de matar, assistindo o vasco perde prra um timeco qualquer, como já aconteceu diversas vezes na nossa curta história recente (mas dolorosa). E num to falando que tirou ingressos de cortesia não. Iriamos pagar! O vasco recebeu 3500 ingressos pro jogo no Couto Pereira. Mil foram vendidos lá mesmo. Outros 2mil e 500 vieram para o rio. Nenhum foi posto em bileteria. A Guerreiros do Almirante, única torcida que não ganha ingressos, tinha conseguido a promessa de que a diretoria reservaria 200 ingressos para que comprassemos. Mentira! Foram somente 50. Pronto está ai os 150 que apareceram aos sócios... Mas o pior não é isso. O pior é que o Genro do bananamite é dono de uma agência de viagens, que veja bem, vendeu uma porrrada de pacotes de viagem para a final na pequena bagatela de 1500 reais!!!!! De onde vieram esses ingressos presidente?!?! Que íssoooooooo presidente!!?????!!
Enfim, negócio é se preparar pra mais uma dobrinha bonita na usina; resar para o motorista relamente não ser demitido; estudar um cadinho; preparar a aula de terça-feira; e, principalmente, arrumar a mochila para quarta-feira, dia 08 de Junho, uma data para entrar na História feliz de todo cruzmaltino!!
Saravá!
Ah triste verdade! Mais um começo de campeonato brasileiro, e novamente alguns clubes poupam titulares pensando nas fazes finais da Copa do Brasil e da Libertadores. Este ano houve algo engraçado, somente um clube permaneceu na Libertadores ainda antes de começar o brasileirão. Dentre os que disputavam a Copa do Brasil, o Vasco vinha de vento em polpa vencendo fora e em casa com o expressinho - e o Bernardo sendo artilheiro com 3 gols em 2 jogos.
Tudo muito lindo, tudo muito belo. A tabela parecia ter sorrido para nós! Começamos fora de casa pegando um time misto, depois dentro de casa contra um time fraco. Agora seria mais um time reserva. Pronto! 100% de aproveitamente antes de ser campeão! Mais 3 pontinhos que serão decisivos na última rodada do Brasileiro! Agente na final, eu já me preocupando com o frio que vou sentir em Curitiba sem ter nenhum casaco decente, cansado da dobra que fiz na Usina, pensei: vou assistir o Vasco bater nos reserva do Coxa, se manter na liderança do brasileirão e vamos rompeter tabus: ganhar um título semana que vem e acabar com essa história de que ao disputar uma outra competição, o brasileirão deva ser preterido...
Iludido eu... Estava me gabando de que o Vasco tinha elenco... Lembrei foi das 4 primeiras rodadas do carioca! Que zaga vergonhosa essa! Fernando, seja dispenssado logo! Você é muito lerdo! Jomar, que porra é essa? Aprendeu a marcar aonde, jogando botão? Max, que tu tava fazendo na lateral esquerda, quem nem atacava, nem marcava? E fagner, que couve filho? A contuzão afetou teu cérebro?
Pois bem. Constatado que nosso time precisa contratar dois zagueiros para o banco urgente! Temos a melhor dupla de zaga atuando no Brasil, em nosso time titular - aliáis, o Mano Menezes comeu cocô ao não convocar o Dedé! Põem o Thiago Silva como cabeça de área e joga o Dedé com a 4! Mas a reserva não dá nem pra disputar a segundona do carioca!!!
Porque me importar com um joguinho desses, se na quarta-feira temos tudo para sermos campeões? Ora bolas, porque 3 pontos no brasileiro fazem muita falta; porque levar 5 gols assim fazem muita diferença nos critériso de desempate; e principalmente por que caso nossos zagueiros titulares não possam atuar numa ou outra partida, estamos fuuuuuuuuuuu e mal pagos!!
Outra triste realidade que continua a me assombrar desde 2008 se chama Roberto Dinamite! Veicularam na mídia de que o ilustríssimo deputado estadual e mandatário do CRVG, disponibilizou para sócios 150 ingressos a R$80,00 em cima da hora. E que teria tirado estes ingressos de sua cota particular e de outros cartolas... Mentiraaaaaaaaaaaaa!!! Tirou foi das torcidas! Tirou da gente que está sempre em São Januário, mesmo nas noites de quarta, as 22H, num frio de matar, assistindo o vasco perde prra um timeco qualquer, como já aconteceu diversas vezes na nossa curta história recente (mas dolorosa). E num to falando que tirou ingressos de cortesia não. Iriamos pagar! O vasco recebeu 3500 ingressos pro jogo no Couto Pereira. Mil foram vendidos lá mesmo. Outros 2mil e 500 vieram para o rio. Nenhum foi posto em bileteria. A Guerreiros do Almirante, única torcida que não ganha ingressos, tinha conseguido a promessa de que a diretoria reservaria 200 ingressos para que comprassemos. Mentira! Foram somente 50. Pronto está ai os 150 que apareceram aos sócios... Mas o pior não é isso. O pior é que o Genro do bananamite é dono de uma agência de viagens, que veja bem, vendeu uma porrrada de pacotes de viagem para a final na pequena bagatela de 1500 reais!!!!! De onde vieram esses ingressos presidente?!?! Que íssoooooooo presidente!!?????!!
Enfim, negócio é se preparar pra mais uma dobrinha bonita na usina; resar para o motorista relamente não ser demitido; estudar um cadinho; preparar a aula de terça-feira; e, principalmente, arrumar a mochila para quarta-feira, dia 08 de Junho, uma data para entrar na História feliz de todo cruzmaltino!!
Saravá!
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